O templo das sagradas escrituras: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e a escrita da história do Brasil (1889-1912)

Autores

  • Hugo Hruby PUC-RS

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i2.7

Palavras-chave:

Historiografia, Catolicismo, Brasil República

Resumo

 

A possibilidade de observar as ricas e contraditórias discussões sobre a institucionalização e disciplinarização dos estudos históricos é obscurecida quando partimos de um assentado caráter científico no século XIX. Nestes debates, fé, leis e razão buscavam subsidiar a História enquanto campo do conhecimento. O limiar da República, no Brasil, é um período profícuo para estes estudos pelo choque entre espaços de experiências e horizontes de expectativas de atores diversos, como a Igreja Católica, os governos republicanos, os burocratas monarquistas e os homens de letras. O objetivo deste artigo é o de analisar as propostas de escrita da História do Brasil dos sócios do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), na cidade do Rio de Janeiro, diante da proclamação do novo regime político em 15 de novembro de 1889.

 

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Como Citar

HRUBY, H. O templo das sagradas escrituras: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e a escrita da história do Brasil (1889-1912). História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 2, n. 2, p. 50–66, 2009. DOI: 10.15848/hh.v0i2.7. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/7. Acesso em: 25 out. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "Da Monarquia à República: questões sobre a escrita da história"