Oliveira Martins e Afonso Arinos: regiões e tragicidades

  • José Adilçon Campigoto Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná.
  • Élio Cantalício Serpa Universidade Federal de Goiás
Palavras-chave: Civilização, Hermenêutica, Regionalismo

Resumo

Nessa pesquisa sobre os temas região e tragicidade, em textos publicados em Portugal e no Brasil dos séculos XIX e XX, elegemos algumas obras de dois autores: Oliveira Martins e Afonso Arinos. O ferramental adotado para realizarmos essa investigação foi extraído do campo da hermenêutica filosófica, tentando-se perceber o movimento que estes intérpretes do Brasil e de Portugal realizaram em função de compreender a realidade. A obra História da civilização ibérica de autoria de Oliveira Martins e a coletânea intitulada como Notas do dia e o livro Lendas e tradições brasileiras escritas por Afonso Arinos serviram como fontes. Conclui-se, entre outras coisas, que a Península Ibérica é tomada, nesses textos, como totalidade (geográfica, histórica e espiritual), esquema transposto, em certa medida, para a escrita de Arinos sobre o Brasil.

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Biografia do Autor

José Adilçon Campigoto, Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná.

Doutor em História Cultural pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor do Departamento de História da Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná (Unicentro). Autor do livro O MST em Santa Catarina: narrativa de um trabalhador rural. Blumenau: Edifurb, 2006. 

Élio Cantalício Serpa, Universidade Federal de Goiás

Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Professor na Faculdade de História da Universidade Federal de Goiás (UFG). Pesquisador do CNPq. Co-organizador, entre outros livros, de Narrativas da Modernidade: história, memória e literatura. Uberlândia: EDUFU, 2011.

Publicado
2012-11-16
Como Citar
CAMPIGOTO, J. A.; SERPA, ÉLIO C. Oliveira Martins e Afonso Arinos: regiões e tragicidades. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, v. 5, n. 10, p. 54-74, 16 nov. 2012.
Seção
Dossiê “Diálogos historiográficos: Brasil e Portugal”