Sérgio Buarque de Holanda leitor de Heidegger? – reflexão sobre um paradoxo do personalismo do Homem Cordial

Autores

  • Ulisses do Valle Universidade Federal de Goiás/Faculdade de História/Professor Adjunto

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i19.946

Palavras-chave:

Sérgio Buarque de Holanda, Martin Heidegger, Homem Cordial

Resumo

Sabe-se que Sérgio Buarque de Holanda, ensaísta e historiador brasileiro, viveu na Alemanha entre os anos de 1929 e 1931, pouco tempo após a publicação de Ser e Tempo, de Martin Heidegger. O filósofo alemão, também, foi atentamente lido por Sérgio Buarque nos fins da década de 40, momento em que revisava o texto original de Raízes do Brasil, publicado em 1936. Este estudo procurou averiguar a fecundidade heurística da aproximação entre a teoria do homem cordial e alguns elementos da filosofia de Martin Heidegger. Duas hipóteses, portanto, estão na base deste estudo: a primeira, a de que é possível entrever algo da filosofia de Heidegger no pensamento de Sérgio Buarque; e a segunda, de que essa aproximação é relevante para desvelar aspectos pouco explorados na fortuna crítica da teoria do homem cordial, qual seja, sua relação com a exterioridade e com a evasão de si nos outros, constituindo o que seria um paradoxo fundamental do personalismo brasileiro.

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Biografia do Autor

Ulisses do Valle, Universidade Federal de Goiás/Faculdade de História/Professor Adjunto

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Publicado

2016-06-03

Como Citar

DO VALLE, U. Sérgio Buarque de Holanda leitor de Heidegger? – reflexão sobre um paradoxo do personalismo do Homem Cordial. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 8, n. 19, 2016. DOI: 10.15848/hh.v0i19.946. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/946. Acesso em: 16 out. 2021.

Edição

Seção

Artigo