Tempo de Perdão? Uma leitura da utopia escatológica de Paul Ricoeur em A memória, a história e o esquecimento

Autores

  • Mateus Henrique Faria Pereira

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i19.897

Palavras-chave:

Paul Ricoeur, Ética, Memória

Resumo

Para refletir sobre a relação entre perdão e história, o texto propõe uma leitura da contribuição teórica elaborada por Paul Ricoeur no livro A memória, a história e o esquecimento. A hipótese é que o “perdão difícil”, proposto pelo filósofo como um “horizonte comum” da memória, da história e do esquecimento, pode ser lido como uma utopia. No entanto, essa utopia exige algumas pré-condições para a sua realização. Enfatizaremos uma dessas pré-condições: a justiça. A fim de delimitar e compreender essa pré-condição e também uma po-ética do perdão, procura-se refletir sobre algumas dimensões da relação entre perdão, justiça, memória, anistia e esquecimento. Ao final, destacamos algumas dificuldades da experiência do perdão tendo em vista a experiência histórica brasileira recente.

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Biografia do Autor

Mateus Henrique Faria Pereira

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Publicado

2016-06-03

Como Citar

PEREIRA, M. H. F. Tempo de Perdão? Uma leitura da utopia escatológica de Paul Ricoeur em A memória, a história e o esquecimento. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 8, n. 19, 2016. DOI: 10.15848/hh.v0i19.897. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/897. Acesso em: 19 out. 2021.

Edição

Seção

Artigo