Revolta e proclamação como molduras da história: escrita da história e olhares para a República entre os sócios do IHGB

Autores

  • Francisco Gouvea de Sousa Universidade Federal de Ouro Preto

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i18.854

Palavras-chave:

Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Recepção, Historiografia brasileira

Resumo

Os olhares e vozes dos sócios do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) em relação à República de 1889 foram intensamente marcados por formas de ver o passado antes mobilizadas pela escrita da história. Enquanto alguns sócios experimentavam o retorno da anarquia regencial, outros se referiam ao 15 de novembro pela mesma moldura que deu forma à Independência, falando de uma proclamação. Para expor o quanto estas formas de compreensão do passado foram ativas na compreensão da vida política, este artigo percorre, num segundo momento, algumas memórias históricas escritas pelos mesmos sócios que experimentaram o 15 de novembro ainda no Segundo Reinado; para, ao final, demonstrar que a reaproximação entre Instituto Histórico e vida do governo não marcou apenas um envolvimento de letrados e conselheiros do Império com a República, mas também a permanência de um repertório de formas de ver o passado e, por ele, o presente.

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Biografia do Autor

Francisco Gouvea de Sousa, Universidade Federal de Ouro Preto

Formado em História e Música pela UNIRIO, Mestre e Doutor em História pela PUC-Rio, bolsista PNPD pela UFRRJ e atualmente pela UFOP.

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Publicado

2015-09-14

Como Citar

SOUSA, F. G. de. Revolta e proclamação como molduras da história: escrita da história e olhares para a República entre os sócios do IHGB. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 8, n. 18, 2015. DOI: 10.15848/hh.v0i18.854. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/854. Acesso em: 28 set. 2021.

Edição

Seção

Artigo