Anamorfose de um dia: o tempo da história e o dia 11 de dezembro de 1972

Autores

  • Daniel Faria Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i17.799

Palavras-chave:

Poética, Tempo, Historiografia brasileira

Resumo

Neste artigo são apresentadas uma narrativa historiográfica centrada num dia em particular, 11 de dezembro de 1972, e uma breve discussão teórica sobre as relações entre poética, tempo e história. A escolha desse dia se deu a partir da leitura de uma carta escrita por Honestino Guimarães, presidente da UNE na clandestinidade e desaparecido político, a seus familiares. A opção pelo conceito de anamorfose para a categorização deste relato, no lugar de simplesmente “história”, deveu-se à percepção de que a estratégia narrativa necessitava de melhor explicitação conceitual. São dois os objetivos principais deste trabalho: em primeiro lugar, apresentar uma experiência de narrativa historiográfica ao leitor, na procura de uma nova perspectiva para se pensar a história contemporânea, em particular a história da ditadura militar no Brasil; em segundo lugar, elaborar algumas questões teóricas a partir dessa experiência, tendo em vista não apenas a experiência em si, mas também suas relações com a escrita da história.

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Biografia do Autor

Daniel Faria, Universidade de Brasília

Professor do Departamento de História da Universidade de Brasília.

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Publicado

2015-04-29

Como Citar

FARIA, D. Anamorfose de um dia: o tempo da história e o dia 11 de dezembro de 1972. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 8, n. 17, 2015. DOI: 10.15848/hh.v0i17.799. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/799. Acesso em: 28 set. 2021.

Edição

Seção

Artigo