Aristóteles e a história, mais uma vez

Autores

  • François Hartog EHESS

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i13.716

Palavras-chave:

Giro linguístico, Historiografia, Escrita da História

Resumo

O objetivo deste artigo é o de analisar algumas questões e desdobramentos para a escrita da história provenientes da chamada virada liguística na história. Mais do que reconstituir os percursos que caracterizam essa virada, ou delimitar seus contornos, nos propomos a observar o ponto de oscilação ou o contra-ataque brusco marcados pela publicação, em 1992, do livro Probing the Limits of Representation, editado por Saul Friedländer, colocando em paralelo os estudos mais recentes de Paul Ricoeur e Carlo Ginzburg e destacando suas respectivas leituras das obras clássicas de Aristóteles, a Poética e a Retórica, mediadas pela leitura de Hayden White.

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Publicado

2013-11-27

Como Citar

HARTOG, F. Aristóteles e a história, mais uma vez. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 6, n. 13, p. 14–23, 2013. DOI: 10.15848/hh.v0i13.716. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/716. Acesso em: 19 out. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "A história em questão: diálogos com a obra de Manoel Luiz Salgado Guimarães"