Causa diz-se em quatro sentidos: sobre a hermenêutica droyseana e a teoria da causalidade aristotélica

Autores

  • Renata Sammer Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-RJ

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i13.600

Palavras-chave:

Johann Gustav Droysen, Teoria da história, Ética

Resumo

Este artigo concentra-se sobre a teoria da interpretação de Johann G. Droysen a fim de elucidar alguns importantes aspectos de sua teoria da história (Historik). Procuraremos demonstrar como a teoria da causalidade aristotélica, além de estruturar a segunda grande parte da Historik, a Sistemática (Systematik) – onde encontramos “o modo histórico de existência”, nas palavras de Hayden White –, pode ser relacionada às quatro etapas da teoria da interpretação droyseana. Assim, ilustraremos como a filosofia metafísica de Aristóteles fundamenta uma singular compreensão do pensamento histórico que, sem negar a sua qualidade representativa, abarca o notório presentismo droyseano. Por fim, indicaremos como esta filosofia afina-se à proposta formulada por Droysen ao longo da Historik de fundar a História na Ética.

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Biografia do Autor

Renata Sammer, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-RJ

Professora substituta da UFRJ. Doutoranda no PPG em História Social da Cultura da PUC-RJ e bolsista do CNPq.

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Publicado

2013-09-03

Como Citar

SAMMER, R. Causa diz-se em quatro sentidos: sobre a hermenêutica droyseana e a teoria da causalidade aristotélica. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 6, n. 13, p. 172–187, 2013. DOI: 10.15848/hh.v0i13.600. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/600. Acesso em: 20 set. 2021.

Edição

Seção

Artigo