Entre a opsis e a akôe: as marcas de enunciação na pintura histórica e na crítica de arte do oitocentos

Autores

  • Isis Pimentel de Castro USP

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i2.6

Palavras-chave:

Conhecimento histórico, Cultura historiográfica, Arte

Resumo

Este artigo analisa a relação entre a pintura histórica e a disciplina história duranteo século XIX e traça paralelos entre o trabalho do artista e do historiador. Estesprofissionais estavam engajados na formação de uma memória nacional e noestabelecimento de uma identidade. A Academia Imperial de Belas Artes (AIBA) eo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) eram as instituiçõesresponsáveis pela construção simbólica da nação, por meio da narrativa sobre opassado, através da pintura histórica ou dos artigos do IHGB. Este texto buscaentender as escolhas estéticas de Vitor Meireles e Pedro Américo a partir dosmecanismos utilizados por eles para legitimar suas obras.

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Como Citar

DE CASTRO, I. P. Entre a opsis e a akôe: as marcas de enunciação na pintura histórica e na crítica de arte do oitocentos. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 2, n. 2, p. 29–49, 2009. DOI: 10.15848/hh.v0i2.6. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/6. Acesso em: 26 set. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "Da Monarquia à República: questões sobre a escrita da história"