Olhar o passado onde ele (não) está: Araujo Porto-Alegre e a história do Brasil a partir de Portugal

Autores

  • Helena Mollo UFOP

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i12.510

Palavras-chave:

Historiografia brasileira, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Temporalidades

Resumo

O presente artigo visa contribuir com as discussões sobre a historiografia da segunda metade do oitocentos no Brasil, e como as descobertas de campos do conhecimento, como a geologia e arqueologia, dinamizam a escrita da história. A chamada primeira geração romântica teve como desafio a organização de um novo espaço, e, diante da reorganização de vários campos de saber que tocavam o passado, viu-se a trabalhar com a história ombreando outros campos. No manuscrito intitulado História do Brasil, Manoel de Araújo Porto-Alegre anuncia uma ‘tradição partida’ que significava escrever sobre momentos mais distantes do que à primeira vista pareciam ser. Neste texto, objetiva-se compreender como a noção de passado longínquo utilizada por Porto-
Alegre passa a ser uma noção válida para a constituição dos fatos históricos.

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Publicado

2013-04-05

Como Citar

MOLLO, H. Olhar o passado onde ele (não) está: Araujo Porto-Alegre e a história do Brasil a partir de Portugal. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 6, n. 12, p. 213–227, 2013. DOI: 10.15848/hh.v0i12.510. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/510. Acesso em: 27 set. 2021.

Edição

Seção

Artigo