Pintura de uma paisagem

O eu do historiador

Sabina Loriga

Resumo


Há muito tempo, a questão da subjetividade do pesquisador assombra os historiadores. Qual é a distância certa em relação ao passado? É possível afastar-se do presente para entrar no passado em sua alteridade ou nós ainda estamos tentando projetar sobre o passado nossas próprias fantasias, interesses, preconceitos? É possível superar a alternativa entre objetivismo puro e subjetivismo radical? Depois de uma reconstrução dessas questões, o meu propósito é explorar as possibilidades de superar a alternativa entre objetivismo puro e subjetivismo radical.


Palavras-chave


Historiador; Campo historiográfico; Escrita da História

Texto completo:

247-259


DOI: https://doi.org/10.15848/hh.v0i10.451

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