A negação e a exaltação dos sertanistas de São Paulo nos discursos dos padres Pierre-François-Xavier de Charlevoix, D. José Vaissette e Gaspar da Madre de Deus (1756-1774)

Autores

  • Michel Kobelinski "UNESPAR"

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i8.295

Palavras-chave:

História do Brasil, Historiografia brasileira, Identidade nacional

Resumo

O artigo trata das narrativas dos padres Pierre-François-Xavier de Charlevoix, D. José Vaisseste e de Gaspar da Madre de Deus construídas para os sertanistas paulistas entre 1756 e 1774. Procura-se entender como essas construções discursivas exaltavam ou negavam as ações “sertanistas” a partir de sensibilidades opostas, o ufanismo e o ressentimento, na construção da identidade nacional.

Essas sensibilidades reforçaram os vínculos entre os cidadãos e a nação e estimularam o hábito de supervalorizá-la excessivamente. Este modelo de história exultou os heróis e reverenciou a natureza.

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Biografia do Autor

Michel Kobelinski, "UNESPAR"

Professor do Colegiado de História da UNESPAR, União da Vitória (PR); mestre e doutor em História e Sociedade pela UNESP/Assis, trabalha com os temas: historiografia, história e sensibilidades, Cultura e Natureza.

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Publicado

2011-11-03

Como Citar

KOBELINSKI, M. A negação e a exaltação dos sertanistas de São Paulo nos discursos dos padres Pierre-François-Xavier de Charlevoix, D. José Vaissette e Gaspar da Madre de Deus (1756-1774). História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 5, n. 8, p. 49–69, 2011. DOI: 10.15848/hh.v0i8.295. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/295. Acesso em: 23 set. 2021.

Edição

Seção

Artigo