Diante de uma crise?

Interrogações da historiografia em tempos hesitantes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v13i34.1679

Palavras-chave:

História, Historiografia, Crise

Resumo

O objetivo desta revisão de literatura é apresentar uma seleção das discussões historiográficas a respeito da hipótese de um tempo de crises da e na história. Os escritos que serão apresentados originam-se de reflexões atuais de pesquisadores brasileiros e de suas relações com outras paisagens intelectuais, ofertando posicionamentos para uma temática cada vez mais pertinente no tempo presente. Objetivando também um balanço dos aspectos globais desta historiografia recente, esta resenha procura indicar as relações com figuras intelectuais de outros países. Assim, o texto se estrutura em quatro eixos fundamentais. Primeiramente, aborda a relação com a crise do tempo e as possibilidades operativas do conceito de regimes de historicidade; em seguida, os debates em torno das questões de digitalidade; em um terceiro momento, demonstra a qualidade das produções que pensam a intervenção do historiador no mundo prático; por fim, demarca as capacidades de intervenção de uma necessária articulação entre economia e política.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

AGAMBEN, Giorgio. Homo Sacer: Sovereign Power and Bare Life. Stanford, California: Stanford University Press, 1998a.

AGAMBEN, Giorgio. Remnants of Auschwitz: the witness and the archive. New York: Zone Books, 1998b.

ANNALES. Un tournant critique? Annales. Economies, sociétés, civilisations. 43ᵉ année, N. 2, 1988. p. 291-293. Disponível em: https://www.persee.fr/doc/ahess_0395-2649_1988_num_43_2_283489. Acesso em: 26 jun. 2020.

ANDERSON, Perry. O fim da história: de Hegel a Fukuyama. Tradução de Alvaro Cabral. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1992.

BAUER, Caroline Silveira; NICOLAZZI, Fernando Felizardo. O historiador e o falsário: Usos públicos do passado e alguns marcos da cultura histórica contemporânea. Varia historia, Belo Horizonte, v. 32, n. 60, p. 807-835, dez. 2016. DOI 10.1590/0104-87752016000300009. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-87752016000300807&lng=pt&tlng=pt. Acesso em: 19 jun. 2020.

BENTHIEN, Rafael Faraco. Qualis periódicos na área de história: alguns apontamentos sobre os pressupostos, os resultados e os possíveis efeitos de uma avaliação. In: TURIN, Rodrigo; AVILA, Artur; NICOLAZZI, Fernando (Orgs.). A História (in)Disciplinada Teoria, ensino e difusão de conhecimento histórico. 1. ed. Vitória: Milfontes, 2019. p. 119-148.

BOTELHO, Maurílio Lima. Entre as crises e o colapso: cinco notas sobre a falência estrutural do capitalismo. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 157-180, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.31274. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/31274. Acesso em: 24 jun. 2020.

BERARDI, Franco. Depois do futuro. Tradução de Regina Silva. São Paulo: Ebu Editora, 2019.

BEVERNAGE, Berber; LORENZ, Chris. Breaking up Time: Negotiating the Borders Between Present, Past and Future. Storia Della Storiografia = History of Historiography. 63 (1), p. 31–50, 2013.

BLANK, Javier. Um museu de grandes novidades: capital fictício, fundo público e a economia política da catástrofe. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 181-197, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.31321. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/31321. Acesso em: 24 jun. 2020.

BRASIL. Projeto de Lei n. 146, de 22 de mar. 2007. Dispõe sobre a digitalização e arquivamento de documentos em mídia ótica ou eletrônica, e dá outras providências. Brasília, DF, mar. 2007. Disponível em: https://bit.ly/2Y78hrg. Acesso em: 28 nov. 2019.

BRASIL. Projeto de Lei n. 867, de 26 de mar. 2015. Inclui, entre as diretrizes e bases da educação nacional, o “Programa Escola sem Partido”. Brasília, DF, mar. 2015. Disponível em: https://bit.ly/3ejO2fz. Acesso em: 19 jun. 2020.

BROWN, Wendy. Cidadania Sacrificial. Neoliberalismo, capital humano e políticas de austeridade. Tradução de Juliane Bianchi Leão. 1. ed. Dansk: Zazie Edições, 2018.

BROWN, Wendy. Undoing the demos: neoliberalism’s stealth revolution. New York: Zone Books, 2015.

CARVALHO, Bruno Leal Pastor de. História Pública e redes sociais na internet: elementos iniciais para um debate contemporâneo. Revista Transversos, v. 7, p. 35-53, 2016. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/transversos/article/view/25602. Acesso em: 17 jun. 2020.

CERTEAU, Michel de. A Escrita da História. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.

CHAKRABARTY, Dipesh. ANTHROPOCENE TIME. History and Theory, 57, 2018, p. 5-32, 2018. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/hith.12044. Acesso em: 25 jun. 2020.

CHARTIER, Roger. Escutar os mortos com os olhos. Estudos Avançados, São Paulo, v. 24, n. 69, p. 6-30, 2010. DOI 10.1590/S0103-40142010000200002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200002&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 17 jun. 2020.

CORRÊA, Ana Elisa Cruz. Crise do capital e crise da gestão estatal: a socialdemocracia e o Brasil Potência. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 218-238, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.31511. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/31511. Acesso em: 24 jun. 2020.

FERNANDES, Florestan. Florestan Fernandes na Constituinte: leituras para a reforma política. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2014.

FIGUEIREDO, Luciano R., História e Informática: O uso do computador. In: CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.

FOUCAULT, Michel. La vie des hommes infâmes. In: FOUCAULT, Michel. Dits et Écrits, Tome III, Texte 1998. Paris: Gallimard, 1972.

FOUCAULT, Michel. O Nascimento da Biopolítica. Curso dado no Collège de France (1978-1979). 1. ed. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo Martins Fontes, 2008.

FUKUYAMA, Francis. The End of History? The National Interest, n. 16, p. 3-18,1989. Disponível em: https://bit.ly/2VkNX3Z. Acesso em: 26 jun. 2020.

FUKUYAMA, Francis. The end of history and the last man. New York: Macmillan, 1992.

GINZBURG, Carlo. Conversar com Orion. Esboços: histórias em contextos globais, Florianópolis, v. 12, n. 14, p. pp. 163-170, nov. 2007. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/175. Acesso em: 06 out. 2020.

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Nosso amplo presente: o tempo e a cultura contemporânea. Tradução de Ana Isabel Soares. 1. ed. São Paulo: Editora Unesp, 2015.

HARTOG, François. Regimes de Historicidade: Presentismo e Experiências do Tempo. Tradução de Andréa S. De Menezes, Bruna Beffart, Camila R. Moraes, Maria Cristina De A. Silva e Maria Helena Martins. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

HOBSBAWM, Eric J. A História e previsão do futuro. In: HOBSBAWM, Eric J. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

IEGELSKI, Francine. Resfriamento das sociedades quentes? - crítica da modernidade, história intelectual, história política. Revista História (São Paulo), São Paulo, n. 175, p. 385-414, dez. 2016. DOI 10.11606/issn.2316-9141.rh.2016.109305. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-83092016000200385&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 05 jun. 2020.

KLEIN, Naomi. How big tech plans to profit from the pandemic. The Guardian, 2020. Disponível em: https://bit.ly/3hMo8mV. Acesso em: 13 mai. 2020.

KOSELLECK, Reinhart. Crítica e crise: uma contribuição à patogênese do mundo burguês. Tradução de Luciana Villas-Boas Castelo-Branco. Rio de Janeiro: EDUERJ, Contraponto, 1999.

KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: Contribuição à semântica dos tempos históricos. Tradução de Wilma Patrícia Maas, Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto, 2006.

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. 12 ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.

KUHN, Thomas. The Essential Tension: Tradition and Innovation in Scientific Research. In: KUHN, Thomas. The Essential Tension: Selected Studies in Scientific Tradition and Change. Chicago: Univ. Chicago Press, 1977, p. 225–239.

LADURIE, Emmanuel Le Roy. La fin des érudits. L’historien de demain sera programmeur ou se sera pas. Nouvel Observateur, 3 mai 1968. Disponível em: https://bit.ly/37BVWyc. Acesso em: 16 jun. 2020.

LORENZ, Chris. If You're So Smart, Why Are You under Surveillance? Universities, Neoliberalism, and New Public Management. Critical Inquiry, v. 38, n. 3, p. 599–629,2012. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/10.1086/664553. Acesso em: 25 mai. 2020.

LUCCHESI, Anita. Digital History e Storiografia Digitale: estudo comparado sobre a escrita da história no tempo presente (2001-2011). Dissertação (Mestrado em História Comparada). Programa de Pós-graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2014.

MAIA, Carlos Alvarez. A crise da história e a onda pós-estruturalista. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 50-65, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.31057. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/31057. Acesso em: 19 jun. 2020.

MARQUES, Danilo Araújo. No fio da navalha: historicidade, pós-modernidade e fim da História. Dissertação (Mestrado em História). Programa de Pós-Graduação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais, 2015. Disponível em: https://bit.ly/2TKjBqQ. Acesso em: 28 mai. 2020.

MOROZOV, Evgeny. Big Tech. A ascensão dos dados e a morte da política. Tradução de Cláudio Marcondes. São Paulo: Ubu, 2018.

NICODEMO, Tiago Lima; CARDOSO, Oldimar Pontes. Meta-história para robôs (bots): o conhecimento histórico na era da inteligência artificial. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, v. 12, n. 29, 28 abr. 2019. DOI 10.15848/hh.v12i29.1443. Disponível em: https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1443. Acesso em: 17 jun. 2020.

NICOLAZZI, Fernando Felizardo. A história entre tempos: François Hartog e a conjuntura historiográfica contemporânea. História: Questões & Debates, Curitiba, n. 53, p. 229-257, jul./dez. 2010. DOI 10.5380/his.v0i53.15808. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/historia/article/view/15808. Acesso em: 29 mai. 2020.

NICOLAZZI, Fernando. Muito além das virtudes epistêmicas. O historiador público em um mundo não linear. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 18-34, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.31121. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/31121. Acesso em: 20 jun. 2020.

NOIRET, Serge. História Pública Digital. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 11, n. 1, p. 28-51, maio 2015. Disponível em: http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3634/3098. Acesso em: 15 mai. 2020.

PEREIRA, Mateus Henrique de Faria.; ARAUJO, Valdei Lopes de. Reconfigurações do tempo histórico. Revista da Universidade Federal de Minas Gerais, v. 23, n. 1 e 2, p. 270-297, 5 jun. 2017. DOI 10.35699/2316-770X.2016.2770. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadaufmg/article/view/2770. Acesso em: 15 jun. 2020.

PEREIRA, Mateus Henrique de Faria; ARAUJO, Valdei Lopes de. Atualismo 1.0 - Como a ideia de atualização mudou o século XXI. 2. ed. Ouro Preto: SBTHH, 2019. Ebook.

PIKETTY, Thomas. O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014.

RODRIGUES, Lidiane Soares. A doxa da heterodoxia: a avaliação dos pares e as condições de transgressão disciplinar. In: TURIN, Rodrigo; AVILA, Artur; NICOLAZZI, Fernando. (Orgs.). A História (in)Disciplinada: teoria, ensino e difusão de conhecimento histórico. 1. ed. Vitória: Milfontes, 2019, p. 73-118.

SÁ MOTTA, Rodrigo Patto. Os lugares dos historiadores e da história na sociedade brasileira: Conferência de abertura do XXVIII Simpósio Nacional de História, Florianópolis. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, v. 9, n. 22, 31 jan. 2017. DOI 10.15848/hh.v0i22.1186. Disponível em: https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1186. Acesso em: 22 jun. 2020.

SILVA, Daniel Pinha. Junho de 2013: crítica e abertura da crise da democracia representativa brasileira. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 83-110, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.31322. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/31322. Acesso em: 24 jun. 2020.

SHORE, Cris. Audit Culture and Illiberal Governance: Universities and the Politics of Accountability. Anthropological Theory, v. 8, n. 3, p. 278–298, Sept. 2008. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1463499608093815. Acesso em: 25 mai. 2020.

SOUSA, Francisco Gouvea de; GUIMARÃES, Géssica; NICODEMO, Thiago Lima. Uma lágrima sobre a cicatriz: o desmonte da universidade pública como desafio à reflexão histórica (#UERJresiste). Revista Maracanan, [S. l.], n. 17, p. 71-87, jul. 2017. DOI 10.12957/revmar.2017.28598. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/28598. Acesso em: 28 nov. 2019.

STREECK, Wolfgang. Tempo Comprado: A crise adiada do capitalismo democrático. Tradução de Marian Toldy e Teresa Toldy. São Paulo: Boitempo, 2018.

TAVARES, Célia Cristina da Silva Tavares. História e Informática. In: CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo. Novos Domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

TURIN, Rodrigo. As (des)classificações do tempo: linguagens teóricas, historiografia e normatividade. Topoi, Rio de Janeiro, v. 17, n. 33, p. 586-601, dez. 2016. DOI 10.1590/2237-101x017033012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2016000200586&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 06 jun. 2020.

TURIN, Rodrigo. Entre o passado disciplinar e os passados práticos: figurações do historiador na crise das humanidades. Tempo [online]. 2018, v. 24, n. 2, p.186-205. DOI 10.1590/tem-1980-542x2018v240201. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042018000200186&lng=pt&tlng=pt. Acesso em: 20 jun. 2020.

TURIN, Rodrigo. História da historiografia e memória disciplinar: reflexões sobre um gênero. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, v. 6, n. 13, p. 78-95, 12 nov. 2013. DOI 10.15848/hh.v0i13.673. Disponível em: https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/673. Acesso em: 24 jun. 2020.

TURIN, Rodrigo. Presentismo, neoliberalismo e os fins da história. In: TURIN, Rodrigo; AVILA, Artur; NICOLAZZI, Fernando. (Orgs.). A História (in)Disciplinada: teoria, ensino e difusão de conhecimento histórico. 1. ed. Vitória: Milfontes, 2019a, p. 245-272;

TURIN, Rodrigo. Tempos de transição: aceleração e dessincronização social. In: VÁZQUEZ, Georgiane Garabely Heil; DENIPOTI, Cláudio (Orgs.) Tempos de transição. E-book. Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2019c. Disponível em: https://bit.ly/2UBstiN. Acesso em: 11 jun. 2020.

TURIN, Rodrigo. Tempos precários: aceleração, historicidade e semântica neoliberal. 1. ed. Dansk: Zazie Edições, 2019b.

VIEIRA, Beatriz; FELIPPE, Eduardo Ferraz; NICODEMO, Thiago Lima. Crise: a exceção que se tornou regra. Revista Maracanan, [S. l.], n. 18, p. 7-12, jan. 2018. DOI 10.12957/maracanan.2018.32264. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/maracanan/article/view/32264. Acesso em: 23 jun. 2020.

WHITE, Hayden. The practical past. Evanston: Northwestern University Press, 2014.

Downloads

Publicado

2020-12-13

Como Citar

KOSTECZKA, L. A. Diante de uma crise? Interrogações da historiografia em tempos hesitantes . História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 13, n. 34, p. 231–269, 2020. DOI: 10.15848/hh.v13i34.1679. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1679. Acesso em: 28 set. 2021.

Edição

Seção

Resenha de balanço historiográfico com ênfase em revisão de literatura