Em busca do futuro perdido: Ernst Bloch, a história e a subterrânea “tradição da esperança”

Autores

  • Danilo Araujo Marques Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i25.1211

Palavras-chave:

Teoria da história, Filosofia da história, Temporalidades

Resumo

Mais conhecido na história do pensamento ocidental como “filósofo da esperança”, Ernst Bloch (1885-1977) parece ainda não ter sido suficientemente lido pelos historiadores. A partir de um breve percurso sobre a vida e a produção intelectual desse pensador, com este artigo – orientado pelo olhar do historiador –, visa-se abrir perspectivas para um estudo mais acurado a respeito daquilo que nos é indicado por sua concepção de história. Anima-nos a hipótese de que o retorno a Bloch e a reelaboração de suas ideias neste início de século talvez possam nos oferecer a possibilidade de uma alternativa teórica para o momento histórico de crise em que vivemos – marcado por uma historicidade premida e perdida entre um passado que já não é e um futuro [porvir] que parece longe de se cumprir.

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Biografia do Autor

Danilo Araujo Marques, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutorando na linha de pesquisa História e Culturas Políticas do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG. 

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Publicado

2018-03-26

Como Citar

MARQUES, D. A. Em busca do futuro perdido: Ernst Bloch, a história e a subterrânea “tradição da esperança”. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 10, n. 25, 2018. DOI: 10.15848/hh.v0i25.1211. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1211. Acesso em: 25 out. 2021.

Edição

Seção

Artigo