De preterida a preferida: considerações em torno da trajetória intelectual de Alice Piffer Canabrava (1935-1951)

Autores

  • Otávio Erbereli Júnior FFLCH/USP

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i22.1113

Palavras-chave:

Alice Piffer Canabrava, História intelectual, História da historiografia

Resumo

este artigo tem o objetivo de apresentar sinteticamente que a recuperação profissional da historiadora Alice Piffer Canabrava após a derrota no concurso para a cátedra de História da Civilização Americana, realizado em 1946, deveu-se a uma dupla conformação de fatores: a cultura acadêmica peculiar da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (FFCL-USP) em suas décadas iniciais e a arraigada concepção da época acerca do lugar da mulher na sociedade. Em contrapartida, seu ingresso e sucesso na Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas (FCEA) da mesma Universidade podem ser explicados pela cultura acadêmica distinta deste espaço. Para corroborar tal visão, também comparamos a trajetória de Alice Canabrava com a de outras mulheres que partilhavam de uma mesma ambientação institucional

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Biografia do Autor

Otávio Erbereli Júnior, FFLCH/USP

Doutorando em História Econômica na FFLCH/USP

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Publicado

2017-01-31

Como Citar

ERBERELI JÚNIOR, O. De preterida a preferida: considerações em torno da trajetória intelectual de Alice Piffer Canabrava (1935-1951). História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 9, n. 22, 2017. DOI: 10.15848/hh.v0i22.1113. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1113. Acesso em: 23 set. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "Historiadores e historiadoras, esses desconhecidos: Quem e como se escreve a História"