Virtudes Epistêmicas na Prática do Historiador: o caso da sensibilidade histórica na historiografia brasileira (1980-1990)

Autores

  • João Rodolfo Munhoz Ohara Unesp

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i22.1107

Palavras-chave:

Virtudes epistêmicas, Historiografia brasileira, Discurso

Resumo

O que significa “sensibilidade histórica”, e como tal característica foi considerada virtuosa para o ofício do historiador? Este artigo busca investigar tal questão tendo em vista a historiografia universitária brasileira entre 1980 e 1990, a partir da leitura de resenhas, obituários e artigos de homenagem publicados em periódicos acadêmicos da área de história no período. O tema da sensibilidade histórica aparece em dois sentidos diferentes: enquanto virtude epistêmica e enquanto meta-virtude, orientando o exercício de outras virtudes. Não se trata, porém, de simples ambiguidade ou contradição; diferentes concepções de história implicam diferentes maneiras de ser historiador, e, portanto, mobilizam diferentes repertórios de características virtuosas

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Biografia do Autor

João Rodolfo Munhoz Ohara, Unesp

Doutorando em História na Unesp/Assis, bolsista Fapesp, com pesquisas nas áreas de Teoria da História e História da Historiografia.

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Publicado

2017-01-31

Como Citar

OHARA, J. R. M. Virtudes Epistêmicas na Prática do Historiador: o caso da sensibilidade histórica na historiografia brasileira (1980-1990). História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 9, n. 22, 2017. DOI: 10.15848/hh.v0i22.1107. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1107. Acesso em: 28 set. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "Historiadores e historiadoras, esses desconhecidos: Quem e como se escreve a História"