Escavando ruínas: Memória, fronteira e escrita da História na narrativa de Alfredo Taunay

Autores

  • Wilma Peres Costa Universidade Federal de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i22.1084

Palavras-chave:

Historiografia do século XIX, Romantismo, Temporalidades

Resumo

O trabalho analisa o texto A cidade de Mato Grosso (Vila Bela), o rio Guaporé e sua mais ilustre vítima, de Alfredo Taunay (Visconde de Taunay), publicado na Revista do IHGB em 1891, como produto expressivo de um contexto de renovação das percepções historiográficas, a década que sucedeu à Proclamação da República. Procura entender esse trabalho como um “estudo histórico” (o termo é de seu autor) composto uma grande variedade de elementos – memória familiar, poesia, literatura, análise documental, crítica de fontes, resultando em um rico exemplar das possibilidades de convergência entre a escrita de si e a escrita da história.

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Biografia do Autor

Wilma Peres Costa, Universidade Federal de São Paulo

Anterior: Depto de História e Politica Econômica, IE Unicamp

Atual: Departamento de História

EFLCH Unifesp

Presidente da Sociedade de Estudos do Oitocentos

Publicado

2017-01-31

Como Citar

COSTA, W. P. Escavando ruínas: Memória, fronteira e escrita da História na narrativa de Alfredo Taunay. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 9, n. 22, 2017. DOI: 10.15848/hh.v0i22.1084. Disponível em: https://historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/1084. Acesso em: 23 set. 2021.

Edição

Seção

Dossiê "Historiadores e historiadoras, esses desconhecidos: Quem e como se escreve a História"