Por uma historiografia literária sentimental: formação e modernidade em Antonio Candido

  • Henrique Pinheiro Costa Gaio Universidade Federal de Ouro Preto
Palavras-chave: Modernidade, Antonio Cândido, Formação

Resumo

Este artigo pretende realizar uma análise da historiografia literária de Antonio Candido, expressa em Formação da literatura brasileira (1959). Compreender a arquitetura textual de Candido como uma narrativa de passagem, na qual são selecionados os momentos decisivos da literatura brasileira, indica uma permanente tensão entre tradição e modernidade e o caráter incompleto de nossa formação literária. Assim, de maneira a abarcar a relação entre tradição e modernidade, fundadora de uma literatura nacional, propomos uma chave de leitura schilleriana. Desse modo, talvez seja possível, a partir da passagem de uma literatura de traço ingênuo para uma de caráter sentimental, identificar o sentido da teoria da formação da literatura brasileira expressa por Candido

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Biografia do Autor

Henrique Pinheiro Costa Gaio, Universidade Federal de Ouro Preto
Possui graduação em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2005), mestrado em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2008) e doutorado em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2014). Atualmente realiza pós-doutorado na Universidade Federal de Ouro Preto. Tem experiência na área de História da Historiografia, com ênfase nos seguintes temas: pensamento social brasileiro, formação e identidade nacional.
Publicado
2017-10-31
Como Citar
GAIO, H. P. C. Por uma historiografia literária sentimental: formação e modernidade em Antonio Candido. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, v. 10, n. 24, 31 out. 2017.
Seção
Artigo